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Renata Siqueira
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Renata Siqueira
Artigo ·
há 9 anos
Co-culpabilidade às avessas: a deturpação e a inversão de valores no Brasil
Deparei-me com uma notícia divulgada há alguns dias: Mãe é condenada a pena maior que réus da Lava-Jato por roubar ovos de Páscoa e um quilo de peito de frango. A pena determinada à genitora foi de...
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Renata Siqueira
Artigo ·
há 9 anos
Licitações públicas: fragilidade na lei ou falta de ética dos atores envolvidos?
A Lei de Licitações (8.666/93) este ano completa 24 anos e desde o seu nascedouro é marcada por contundentes críticas negativas. Dentre elas, quanto à eficácia em relação a um de seus objetivos:...
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Renata Siqueira
Comentário ·
há 9 anos
Co-culpabilidade às avessas: a deturpação e a inversão de valores no Brasil
Renata Siqueira
·
há 9 anos
Compreendo o que você disse Marcel Santos, e como você bem assevera, o Poder Judiciário tem sim assumido o papel de defensor da sociedade diante da ineficácia da lei penal na repressão aos ilícitos.
Contudo, o que o Poder Judiciário tem se esquecido é de aplicar o princípio da individualização da pena e o princípio da igualdade material, esquecendo-se que, para se alcançar a efetividade do princípio da igualdade, há de considerar em sua operacionalização, além de certas condições fáticas e econômicas, também certos comportamentos inevitáveis da convivência humana, passando-se a considerar as desigualdades concretas existentes na sociedade, de maneira a tratar de modo dessemelhante situações desiguais, tratando igualmente os iguais e desigualmente os desiguais, na exata medida de suas desigualdades.
E sim, como você salientou, se assim não o fizer, ingressaremos no "Estado da Natureza", no qual cada um fará o que quiser, o que nos remete à célebre frase de Thomas Hobbes “O homem é o lobo do homem.”
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